Segundo o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, trata-se de um “momento histórico”, tendo-se referido à data como o “Dia V” [uma referência ao Dia da Vitória da II Guerra Mundial].

País europeu mais afetado pela crise pandémica (com mais de 61 mil mortos e mais de 1,7 milhões de casos de infeção), o Reino Unido é o primeiro país no mundo a ter autorizado a utilização da vacina anti-covid-19 desenvolvida pelo grupo farmacêutico norte-americano Pfizer e pela empresa alemã BioNTech e será o primeiro país ocidental a iniciar a sua campanha de vacinação.

Num comunicado divulgado no fim de semana, Matt Hancock precisou que os primeiros grupos que irão receber a vacina serão “os mais vulneráveis e aqueles com mais de 80 anos”, bem como os funcionários de lares e residências seniores e do serviço de saúde público britânico (NHS, na sigla em inglês).

As especificidades da vacina Pfizer/BioNTech, que necessita de uma conservação a 70 graus negativos, representam um desafio logístico, salientaram as autoridades sanitárias britânicas, que indicaram que as doses têm de ser transportadas por uma empresa especializada e que o respetivo descongelamento demora várias horas.

O Reino Unido encomendou 40 milhões de doses da vacina Pfizer/BioNTech, o que permite proteger 20 milhões de pessoas, uma vez que esta vacina se administra com duas doses.

Numa primeira fase, estarão disponíveis 800.000 doses no Reino Unido.

Apesar da rapidez com que o regulador britânico aprovou a vacina Pfizer/BioNTech, a diretora-executiva do organismo, June Raine, reiterou que “os mais elevados padrões” internacionais foram aplicados.

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