“Foram adquiridas 35 mil doses de antivirais num regime que nos permite vigiar os ‘stocks’ e, à medida que estes ‘stocks’ se vão escoando, obviamente temos os contratos com as firmas feitos no sentido da sua reposição”, afirmou Graça Freitas na Comissão de Saúde onde foi ouvida sobre a mortalidade materna e por todas as causas a pedido do BE e do PSD.

De acordo com a diretora-geral, a norma com as linhas orientadoras do tratamento com medicamentos antivirais contra a covid-19 para as várias fases da doença (ligeira, moderada e grave) “é especial”, uma vez que deixa ao critério clínico a ativação da reserva estratégica.

“Se os clínicos assim o entenderem, podem ativar a reserva, através das farmácias dos hospitais”, adiantou Graça Freitas, explicando que alguns hospitais constituíram reservas próprias para disponibilizarem os medicamentos “com maior rapidez”.

“Há outros hospitais que preferem fazer a requisição à ARS, mas isso é uma questão de governação das instituições de saúde”, disse a diretora-geral da Saúde.

Graça Freitas respondia à deputada da Iniciativa Liberal Joana Cordeiro, que questionou se estes antivirais estavam a ser administrados a toda a população elegível e qual o motivo para a “DGS impor uma restrição tão grande no acesso a estes medicamentos”, apontando os exemplos de Espanha e do Reino Unido, onde são disponibilizados em farmácias comunitárias.

Em 11 de julho, A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) adiantou que o país tinha em ‘stock’ 9.975 unidades do antiviral oral Paxlovid, de um total de 30 mil tratamentos adquiridos para este ano, dos quais foram já entregues em território nacional 10.000 unidades.

Quanto ao antiviral Lagevrio, o ‘stock’ é de 2.159 unidades, tendo sido adquiridos 5.000 tratamentos deste medicamento para 2022, 2.160 dos quais já chegaram a Portugal.

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