A incidência acumulada subiu para 553,2 novas infeções por 100.000 habitantes em sete dias, em comparação com os 528,2 registados na segunda-feira, 387,9 há uma semana e 306,4 há um mês, segundo dados do Instituto Robert Koch (RKI) de virologia hoje atualizados.

As autoridades de saúde reportaram 74.405 novas infeções em 24 horas e 193 mortes com ou por covid-19, em comparação com as 45.690 novas infeções e 322 óbitos registados há uma semana, enquanto o número de casos ativos ronda os 908.600.

Desde o início da pandemia, 8.074.527 pessoas testaram positivo para o SARS-CoV-2 e 115.842 morreram, enquanto 7.050.100 recuperaram da doença.

A taxa acumulada de internamento em sete dias mantém-se estável apesar do avanço da variante Ómicron e fixou-se em 3,14 por 100 mil habitantes, enquanto a ocupação em unidades de cuidados intensivos de pacientes com covid-19 é de 12,3% das camas disponíveis para a população adulta.

Até domingo, 75,1% da população (62,4 milhões de pessoas) tinha sido vacinada, 72,7% (60,5 milhões) com o esquema completo, enquanto 47,1% (39,2 milhões) já tinham recebido a dose de reforço.

Dado o aumento de infeções pela variante Ómicron, os testes de PCR começam a ser escassos e os laboratórios estão a ficar saturados, razão pela qual o ministro da Saúde e os responsáveis regionais do setor propuseram numa reunião virtual modificar a estratégia de testagem.

Os responsáveis consideram a opção de testar por PCR apenas pessoas sintomáticas e grupos vulneráveis, bem como possivelmente pessoal médico, admitindo ainda que deixe de ser necessário confirmar um teste de antigénio positivo.

De acordo com a proposta, para encurtar a quarentena ou isolamento, será preciso apenas um teste de antigénio, com exceção dos funcionários de casas de repouso e hospitais, que provavelmente exigirão um teste de PCR.

Além disso, os ministros querem prolongar a possibilidade de pedir a baixa licença médica por telefone para diminuir a carga de consultas médicas devido ao aumento de infeções, além de continuar com a oferta de teleconsultas.

Outro tema na reunião virtual desta segunda-feira foi a redução de seis para três meses do período de tempo a partir do qual uma pessoa é considerada curada da doença.

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