Na sua declaração ao país, na quinta-feira à noite, Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que é fundamental haver testagem e rastreio, desde logo nas escolas, e mais rápida vacinação contra a covid-19 para o processo de desconfinamento em curso ser bem-sucedido.

“Entendi-a como dando voz pública ao que é a estratégia que está definida, não só no aumento da capacidade de vacinação, de que é exemplo o exercício que vai ser feito este fim de semana”, afirmou António Costa, considerando que o mesmo princípio é válido em relação à testagem.

Segundo o primeiro-ministro, este fim de semana decorrerá a “primeira operação em larga escala de vacinação massiva”, com a vacinação de “mais de 80 mil pessoas”, entre professores e assistentes operacionais, sobretudo do pré-escolar e primeiro ciclo.

“Não estamos atrasados na administração [de vacinas], há é atrasos na produção”, afirmou Costa, considerando que entre “final de abril, início de maio” aumentará o número de doses de vacinas a receber por Portugal e poderão ser vacinadas mais de “cem mil pessoas por dia”.

Para o primeiro-ministro, a mensagem do Presidente da República “não é um recado, é dar voz pública ao que está previsto”.

“Eu acho que não vale a pena perderem muito tempo neste exercício de procurarem uma competição entre o Governo e o Presidente da República. Tem existido e continuará a existir até ao final da pandemia - e espero que depois disso também - uma total solidariedade”, disse.

Questionado se Portugal terá, no futuro, capacidade de produção de vacinas, António Costa respondeu que “está a ser identificado em cada país da União Europeia a capacidade de produção que existe”.

“Nós, por exemplo, temos várias empresas portuguesas com capacidade de intervir na fase final: o enchimento, o embalamento final das vacinas, é uma área em que podemos contribuir”, disse.

Por outro lado, acrescentou, “é sabido que está anunciada em Paredes de Coura a instalação de uma fábrica de produção de vacinas, mas só estará em funcionamento “daqui a vários meses”.

“É muito importante que essa capacidade industrial passe a existir, esperemos que já não venha a ser necessária para a covid-19”, disse.

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