A maior partes dos casos locais (40) registaram-se na província de Hebei, que circunda Pequim, onde foi detetado um novo surto. As autoridades chinesas impuseram uma quarentena à capital, Shijiazhuang, com 11 milhões de habitantes, de pelo menos uma semana, e vão fazer uma segunda ronda de testes a todos os residentes.

Os dois outros casos de contágio local foram detetados em Pequim na província de Heilongjiang.

Já os 13 casos importados foram diagnosticados nas cidades de Xangai e de Tianjin e nas províncias de Guangdong, Henan, Liaoning, Fujian, Yunnan e Shaanxi.

Os 55 casos identificados nas últimas 24 horas representam quase metade da véspera, quando o país anunciou 103 infeções, o valor diário mais alto desde julho.

As autoridades chinesas indicaram ainda que foram detetados 81 doentes assintomáticos, 10 dos quais oriundos do exterior, apesar de estes casos só serem considerados confirmados se manifestarem sintomas.

A Comissão de Saúde da China disse que, nas últimas 24 horas, 34 pacientes receberam alta, pelo que o número de pessoas infetadas ativas no país se fixou em 697, incluindo 18 em estado grave.

O organismo não anunciou novas mortes devido à covid-19, pelo que o número permaneceu em 4.634, o mesmo desde maio de 2020.

O país somou, no total, 87.591 infetados desde o início da pandemia e 82.260 pessoas que recuperaram da doença.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.934.693 mortos resultantes de mais de 90,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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