“Acho que quem está a ameaçar sob chantagem rescindir os acordos devia pôr na opinião pública todo o dinheiro que já ganhou e que lhe permitiu prosperar e abrir mais hospitais durante estes anos todos”, disse a coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila em conferência de imprensa.

Por outro lado, continuou, é preciso “bom-senso e calma” para todas as partes envolvidas se sentarem à mesa para discutir.

O Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da ADSE aprovou na terça-feira, por unanimidade, uma resolução na qual apela para um “urgente diálogo” entre os prestadores de saúde e o conselho diretivo do instituto público.

“O CGS apela aos prestadores de saúde e ao conselho diretivo da ADSE para um urgente diálogo que, respeitando a lei e as convenções, permita encontrar soluções adequadas para a prestação de serviços de saúde de qualidade, a preços justos, sem discriminações e garantindo fiabilidade às diferentes entidades envolvidas”, lê-se na resolução aprovada após uma reunião de cerca de cinco horas.

Em discussão esteve a eventual suspensão das convenções com a ADSE por parte de vários grupos privados de saúde, entre os quais o grupo José Mello Saúde (que gere os hospitais CUF) e a Luz Saúde.

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