Lavradores de Feitoria e o seu Três Bagos brancos da colheita de 2017

A Lavradores de Feitoria anunciou a chegada da nova colheita, de 2017, daquela que é a sua dupla de verão, os Três Bagos branco e Três Bagos Sauvignon Blanc. O primeiro é um vinho de lote elaborado com castas autóctones; o segundo é feito a partir de uma casta internacional.

Viosinho, Gouveio e Rabigato são as castas típicas do Douro utilizadas no Três Bagos branco 2017. Cada uma foi colhida em vinhas, com idades compreendidas entre os 25 e os 30 anos, de diversos produtores da Lavradores de Feitoria. “De cor amarelo palha brilhante, é um branco fino e elegante. No nariz, é bastante frutado e fresco, com aromas de pera e ameixa branca, a sobressaírem num conjunto que revela notas de ananás e citrinos. Na boca é intenso, repleto de notas de fruta branca fresca, ligeira baunilha e mineralidade. É complexo, bastante saboroso e denota uma acidez equilibrada, num final longo. Perfeito para ir à mesa, desde já, ou em anos próximos”, salienta o produtor em nota.

Um néctar que chega ao consumidor com o preço de 6,50 euros.

De norte para sul, 7 vinhos brancos para bebermos fresco o verão

Na mesma gama, Três Bagos, a Lavradores de Feitoria tem um Sauvignon Blanc em estreme, com uvas de vinhas plantadas há 25, 30 anos, na propriedade da centenária Casa de Mateus, localizada na sub-região de Cima Corgo, no Douro. “Um vinho que no palato se apresenta fresco e revela-se bastante aromático. Manifesta notas vegetais, como espargos, propriedade específica desta casta, bem como aromas a fruta tropical madura, como ananás e maracujá. É muito saboroso e equilibrado. Denota boa acidez. A fruta está bem presente através de notas de ananás e líchias, além das nuances a fruta mais fresca, como pera”.

Um néctar que chega ao consumidor com o preço de 9,50 euros.

De norte para sul, 7 vinhos brancos para bebermos fresco o verão

Vale D. Maria Rufo Branco 2017 para refrescar o verão

O Vale D. Maria Rufo Branco 2017 acaba de chegar ao mercado. Trata-se de um vinho com um perfil fresco e equilibrado, revelando aromas de lima e limão, com uma mineralidade concedida pela casta Arinto. O Rabigato concede-lhe uma acidez natural que alia na perfeição com os aromas tropicais do Códega.

Um vinho que procedente de vinhas localizadas a 600 metros de altitude (da zona de Sobreda e Candedo, no Norte da região demarcada), onde estas encontram temperaturas mais frescas, este vinho branco é produzido desde 2013 pelos enólogos Cristiano van Zeller, Joana Pinhão e Francisca van Zeller.

A Quinta Vale D. Maria, localizada no Vale do Rio Torto na região do Douro, tem os primeiros registos em 1868. Desde a colheita de 1996 que se dedica à produção de vinhos DOC Douro e Vinhos do Porto, sob a visão de Cristiano van Zeller, 14.ª geração de produtores ligados aos vinhos desta região.

O consumidor vai encontrar este vinho no mercado à venda por 9,99 euros.

De norte para sul, 7 vinhos brancos para bebermos fresco o verão

Quinta de la Rosa “reserva” branco de 2017, um vinho de castas autóctones

“Um (reserva) branco bastante atractivo, pelo equilíbrio que apresenta e prontidão para beber”. É assim que Sophia Bergqvist, co-proprietária da Quinta de la Rosa – propriedade enoturística sobranceira ao rio Douro, junto à vila do Pinhão – descreve o La Rosa Reserva branco de 2017.

“No que há memória, esta foi a vindima que começou mais cedo, apenas alguns dias depois do 60.° aniversário de casamento dos meus pais, a 21 de Agosto”, revela Sofia Bergqvist. Um ano atípico em termos de clima e cuja vindima foi bastante difícil, mas que, no final, acabou por ser bastante generoso nos vinhos.

A Quinta de la Rosa tem apostado em vinhos de blend e em castas autóctones do Douro. Ao Viosinho, que dá corpo a 60% do La Rosa Reserva branco 2017, junta-se uma mistura de castas, onde predominam o Rabigato, a Códega do Larinho, o Arinto e o Gouveio.

Um vinho que se revela expressivo e muito intenso. No nariz sobressaem os aromas a fruta branca, com nuances tropicais, a especiarias e leves tostados. Na boca é denso, cheio de sabores e, ao mesmo tempo, muito vibrante e fresco. É muito rico e complexo, dotado de uma fina acidez que o torna longo e lhe garante longevidade.

O consumidor vai encontrar este vinho no mercado à venda por 11,00 euros.

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Quinta de Camarate Branco Seco e Quinta de Camarate Branco Doce

As colheitas de 2017 dos vinhos Quinta de Camarate Branco Seco e Quinta de Camarate Branco Doce, produzidos pela José Maria da Fonseca na Quinta com o mesmo nome, na Península de Setúbal, acabam de chegar ao mercado.

Quinta de Camarate Branco Seco produzido desde 1986, era inicialmente resultado das castas Moscatel de Setúbal, Riesling e Gewurztraminer. Na década de 1990, estas castas estrangeiras foram substituídas por duas oriundas da Região dos Vinhos Verdes, Loureiro e Alvarinho. Em 2007, o Loureiro foi substituído pelo Verdelho, com o objetivo de dar mais complexidade ao vinho. A casta Moscatel foi diminuindo gradualmente para dar espaço aromático às outras duas castas, vindo a sair do lote a partir da colheita de 2009. Atualmente o vinho resulta de um lote de Alvarinho e Verdelho.

Um néctar que chega ao consumidor com o preço de 6,99 euros.

De norte para sul, 7 vinhos brancos para bebermos fresco o verão

Já o Quinta de Camarate Branco Doce é um blend de Alvarinho e Loureiro. Este vinho é ideal para ser servido como aperitivo ou, como acompanhamento de cozinha asiática ou sobremesas, como doces de ovos.

Um néctar que chega ao consumidor com o preço de 6,99 euros.

De norte para sul, 7 vinhos brancos para bebermos fresco o verão

Herdade das Servas e a sua Colheita Seleccionada branco de 2017

A família Serrano Mira, detentora da Herdade das Servas, propriedade vitivinícola situada a poucos quilómetros do coração da cidade de Estremoz, e uma das mais antigas ligadas à produção de vinho no Alentejo (desde 1667), sugere o Herdade das Servas Colheita Seleccionada branco 2017.

Um lote que reúne as castas Roupeiro (35%), Viognier (30%), Verdelho (25%) e Sauvignon Blanc (10%). Cada uma é submetida à fermentação em cubas de inox com controlo de temperatura. Após o termino desta fase, o vinho estagia  durante três meses. Depois de engarrafado repousa por mais dois meses.

“Apresenta-se como um branco límpido e de cor citrina. No nariz sobressaem os aromas do alperce, muito comum na casta Viognier, do pêssego, do limão e notas tropicais, características muito próprias das castas acima referidas. Na boca revela-se fresco, frutado, complexo e volumoso, com um final persistente”.

Um néctar que chega ao consumidor com o preço de 8,20 euros.

De norte para sul, 7 vinhos brancos para bebermos fresco o verão

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