A garrafeira familiar é um desafio de grande interesse, quer pelo prazer que pode proporcionar a sua organização e manutenção, quer pela economia que pode representar a aquisição do vinho em boas condições
Nesta época de regresso às aulas a “silly season” ficou para trás, é tempo de nos dedicarmos a assuntos mais sérios. Como introdução, à laia de aperitivo, de um novo tema, vamos falar durante os meses de setembro, outubro e novembro, das regras clássicas de harmonização entre vinhos e comida, ou de
Cíntia Machado, da Fileira do Pescado, explica a importância da alimentação das crianças no regresso às aulas e refere estudos que demonstram que «comer peixe melhora a saúde do cérebro, aumentando a massa cinzenta e estimulando a memória».
Decidimos descomplicar o Vinho do Porto! E, para isso, nada como explicar as suas principais características, dado encontramos grande diversidade nestes néctares.
No mês em que é celebrado o Dia Mundial do Turismo (27 de Setembro), destacamos o “turismo vinhateiro”, isto é, o Enoturismo. Uma experiência que permite viver as regiões vitivinícolas.
Entre as várias informações que devem constar do rótulo de uma garrafa, o grau alcoólico reveste-se de particular importância. Este deve vir expresso nos rótulos em % por volume (litro). Mas há diferenças nos brancos, tintos, rosés, entre outros. A sommelier Teresa Gomes explica quais.
Há quem os considere “só para senhoras” ou também quem diga que são vinhos de “esplanada”. Da minha parte, como mulher, agradeço associarem-nos a vinhos tão atrevidos!
Isabel Tato, da Fileira do Pescado, evoca a visão (e cheiro e sabor) de um peixe grelhado à mesa ou das 1001 receitas de bacalhau, comparando a gastronomia nacional com outras especialidades a nível mundial. “Portugal pode entrar, sem medo, neste campeonato”, garante a especialista.
Na verdade nem sempre. Mas antes, tomemos o exemplo de um Espumante Natural elaborado através do Método Clássico, outrora chamado de Método Champanhês, método predominante em Portugal na elaboração deste tipo de vinhos especiais e que teve origem na região de Champagne, em França.
O que têm os caracóis a ver com ciência? O Pavilhão do Conhecimento tem editado uma série de roteiros científicos “para partir à descoberta da ciência e tecnologia em Lisboa”. Um deles é dedicado aos Sabores da Cidade.
O “ouro líquido” às nossas mesas tem histórias e um saber fazer repletos de curiosidades desde a azeitona ao processo de extração do azeite. Eis alguns factos.
Uma série de regras sobre o procedimento para abrir uma garrafa de vinho, são quebradas no momento de se abrir um Espumante, ou não fosse este tipo de vinho especial.
Rica em sabor e prestando-se a inúmeros usos culinários, a carne, desde que seja garantida a qualidade da origem e consumida com moderação, ocupa um lugar importante numa dieta alimentar.
Em tempo de Santos Populares a mesa pede uma boa sardinha assada. Gorda, pingando sobre o pão, pele solta, carne firme. Fomos falar com as maiores especialistas nacionais. Encontrámo-las no Mercado da Ribeira, em Lisboa. Tudo captado numa vídeo-reportagem.
Uma quinta na margem sul do Tejo repleta de história e com uma longa tradição agrícola e como produtora de vinhos, neste caso desde o século XIX. Os vinhos, brancos e tintos, provêm de castas nacionais e mundiais com grande aptidão. Neste contexto nascem três vinhos aqui esmiuçados.
Agora que o Inverno já se foi e a Primavera está no seu auge, começamos a pensar em andar mais à fresca e a beber néctares também eles mais frescos, não!? Os nossos vinhos brancos surpreendem-me cada vez mais, por isso escolhi três castas portuguesas: Encruzado, Arinto e Aragonês.
Luisa Amorim, Julia Kemper, Filipa Pato e Susana Esteban. São mulheres do vinho, e como todas as outras mulheres, usarão elas o sexto sentido para enriquecer os seus vinhos? A relação das mulheres e do vinho será diferente da dos homens?
Fazer um caldo caseiro é simples, necessita de poucos recursos e muito prático. As preparações culinárias podem, assim, ser um deleite e simultaneamente saudáveis de diversas formas.
Este ingrediente tão usado em bolos, panquecas e outras preparações culinárias, consiste no tradicional leitelho, ou seja, o soro que resulta da manteiga ou leite azedado.
Fotografar alimentos é uma prova de perícia, controlo e técnica. No trabalho de equipa que é compor o melhor “quadro” na apresentação das confeções culinárias para livros e revistas, entra em cena o food stylist. Uma atividade que exige, entre outros predicados, sentido estético e conhecimento sobre
Este condimento agridoce e picante combina de forma harmoniosa frutas, com legumes e especiarias. O resultado é um acompanhamento que casa bem com carnes e peixes.