Os tradicionais saldos de inverno têm início logo após o Natal e este ano são 28% os portugueses que vão aproveitar para fazer algumas compras pessoais (25%) ou de presentes de Natal tardios (3%). Um crescimento de três pontos percentuais face a igual período do ano passado.

O estudo relembra que estes valores têm vindo a crescer de forma sustentada nos últimos anos: se em 2014, este número não ultrapassou os 19%, em 2015 chegou aos 20% e em 2016 atingiu os 23%.

Por outro lado, a maioria dos inquiridos (65%) refere não ter intenção de aproveitar os saldos de janeiro para qualquer tipo de compras, o que pode estar relacionado com uma eventual tentativa de poupança após os gastos mais avultados da época natalícia.

Independentemente do objetivo e ao contrário do registado em 2017, a adesão aos saldos vai ser maior na Área Metropolitana de Lisboa (36%) do que na do Porto (19%). Nas regiões Centro e Sul, 29% dos inquiridos tencionam aderir aos saldos.

Na época de saldos de janeiro, as escolhas recaem no vestuário (cerca de 87%), seguindo-se os acessórios de moda (23%) e produtos culturais e de maquilhagem (ambos com 10%). A preferência para a aquisição destas compras incide essencialmente nas lojas dos centros comerciais (89%), seguidas do comércio tradicional (34%).

Prevê-se que as compras representem um investimento médio de 179€. 5% planeiam despender até 50€; 20% gastarão entre 51€ e 100€; 11% entre 101€ e 150€; 9% entre 151€ e 250€; e 9% mais de 251€. 46% não sabem ou não responderam.

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