A Música é uma das maiores expressões artísticas no mundo, veículo de difusão de ideias e ideais e um verdadeiro manifesto da individualidade e expressão coletiva da moderna cultura portuguesa.

A Overcube vê a música como um instrumento de criação, um veículo de identidade, uma forma de comunicação universal e, acima de tudo, como uma forma infinita de exprimir personalidades.

Neste capítulo três, a plataforma acredita que a música e a cultura caminham de mãos dadas na criação do discurso coletivo de uma sociedade em movimento, em ebulição, e na constante criação e definição da cultura portuguesa. É inquestionável a força que a música tem no dia a dia de qualquer pessoa, principalmente, nos jovens.

Como nomes representativos de todos aqueles que lutam pela música em Portugal e pelo seu próprio espaço no panorama cultural do país temos Kappa Jotta, Surma e Da Chick. Estes três músicos trazem perspetivas individuais, distintas e criativas da sua própria música e todo o cenário musical português.

Kappa Jotta, referência da música urbana em Portugal, acredita que “o panorama da música urbana, não só do hip-hop, está em evolução extrema, tanto em Portugal como lá fora”. O artista tem uma visão motivacional e inspiradora sobre a música, acredita que aquilo que ela transmite pode influenciar gerações e motivar os mais jovens a querer ser mais. Acompanhar outros artistas foi “o que me motivou a insistir na música, (…) ver outros artistas a conseguir”, refere Kappa Jotta.

Campanha Overcube
Da Chick , Kappa Jotta e Surma créditos: Overcube

Influenciada pelos discos country e jazz dos anos 50 dos pais, Surma é hoje um nome associado à criatividade e disrupção na música eletrónica. Sobre inspiração, a artista tem uma visão muito própria.

“Apesar de ser música, não me inspiro de todo em música. Gosto imenso de ver coisas de arquitetura, mais pela imagética, filmes, livros, inspiro-me muito nas áreas paralelas e acho que está tudo ligado”, conclui a jovem artista portuguesa. Em relação à moderna cultura portuguesa, Surma acredita que barreiras estão a ser quebradas em prole da criatividade e individualidade de cada um, “acho que a malta está a arriscar e não está com medo da opinião, e dos media, e das críticas, e fazem aquilo que querem”.

Da Chick é uma artista eclética, faz música para si mesma a acredita que a sua principal mensagem está focada no abraçar da individualidade de cada um. “Eu faço música de uma forma um bocado egoísta, não faço música para pessoas, obviamente que sou sortuda em ter um público que gosta daquilo que eu faço e se identifica, mas faço música para mim e acredito que, se calhar, a mensagem que eu passo é «Do your thing». Não tenho melhor mensagem para passar senão mostrar quem eu sou”, refere a artista.

Ciente do caminho disruptivo a percorrer pela cultura em Portugal, Da Chick afirma que a evolução está presente no facto de “as pessoas terem menos medo de assumir quem são, como são e fazerem o que querem”.

Três artistas, três visões de cultura e sociedade e três inspirações de criatividade, disrupção e personalidade na música em Portugal. Kappa Jotta, Surma e Da Chick são rostos que espelham a moderna cultura portuguesa e acreditam que a música tem um lugar especial em qualquer estilo de vida.

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