O abandono de Alber Elbaz está a provocar uma onda de revolta na Lanvin, com os 330 funcionários da marca a exigir uma reunião presencial em Paris com o atual proprietário da etiqueta, Shaw-Lan Wang, um empresário que reside em Taiwan, noticiam vários meios de comunicação internacionais. O conselho de trabalhadores pretende que o executivo «ouça as suas preocupações, responda a dúvidas e tranquilize os empregados». «Alguns pedem mesmo que volte a contratar Elbaz», afirma fonte da empresa.

«Há também quem assegure que o conselho já esteja à procura de apoio jurídico para avançar com uma oposição formal à direção da administração», avança o mesmo informador. Segundo a estação de rádio francesa RTL, o anúncio do despedimento do criador após 14 anos gerou «choque, lágrimas e cânticos de apoio». Alber Elbaz também não escondeu publicamente que a ideia de abandonar a reputada marca, já com 125 anos de história, não foi dele.

«A minha saída da Lanvin é uma decisão da maioria dos acionistas», disse o agora ex-diretor criativo no comunicado em que agradece a todos os que trabalharam com ele durante quase uma década e meia. «A casa Lanvin confirma a implementação do seu plano estratégico corporativo para continuar a fazer de uma das mais velhas casas de moda de Paris o embaixador, por excelência, do espírito independente da sua fundadora, Jeanne Lanvin», afirmou a empresa em comunicado.

Texto: Luis Batista Gonçalves com Lanvin (fotografia)

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