Segundo a informação enviada hoje à CNMV (Comissão Nacional do Mercado de Valores) espanhola, a multinacional espanhola apresentou lucros de 214 milhões de euros no segundo trimestre (maio a julho), depois de ter tido prejuízos de 409 milhões no primeiro (fevereiro a abril), as primeiras perdas da história da empresa.

Em termos semestrais, os prejuízos deste ano, de 195 milhões de euros, contrastam com o lucro de 1.549 milhões de euros de um ano antes.

A empresa galega revela que as suas receitas (vendas) tiveram uma queda de 37,3%, devido aos efeitos da pandemia de covid-19, apesar de os números do segundo trimestre já mostrarem uma alteração da tendência no sentido de uma melhoria das contas.

No primeiro semestre do ano, as vendas do grupo caíram para 8.033 milhões de euros (-37,3%), quando no mesmo período de 2019 tinham sido de 12.820 milhões de euros.

Os resultados do primeiro semestre do líder mundial da venda de roupa a retalho foram afetados pela crise da covid-19, que levou a encerramentos temporários de muitas das suas lojas.

Já no que diz respeito às vendas on-line, a empresa salienta que estas tiveram um crescimento de 74%.

O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) foi de 1.486 milhões no primeiro semestre da empresa, uma redução de 56,8% em relação aos 3.447 milhões de euros no período homólgo.

A Inditex tem oito marcas comerciais (Zara, Pull and Bear, Massimo Dutti, Bershka, Stradivarius, Oysho, Zara Home, Uterque), trabalha 202 mercados em todo o mundo com mais de 7.000 lojas e emprega mais de 174.000 pessoas.

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