Quer a decisão seja abortar, quer seja levar a gravidez avante, deve ser sempre da responsabilidade de duas pessoas. Porque foram duas as pessoas envolvidas no acto sexual, uma não pode isentar-se de responsabilidades. É no corpo da mulher que a gravidez se desenvolve, mas o homem deve igualmente preocupar-se.

E, na adolescência, preocupar-se deve ser sinónimo de evitar a gravidez. Sendo que o único método seguro é abstinência, a partir do momento em que se decide iniciar a vida sexual há que escolher um método contraceptivo. Um método que, além de evitar a gravidez, proteja do contágio por uma doença sexualmente transmissível, sobretudo a sida. É fundamental nestas idades de desejos súbitos e atracções demolidoras, de relacionamentos episódicos e parceiros "descartáveis".

Por isso, o preservativo é a companhia ideal de dois adolescentes que se iniciam nas lides do amor. E mesmo quando se acredita ter encontrado a pessoa ideal, mesmo quando a relação já parece ter alicerces estáveis, é preferível esperar o máximo tempo possível antes de trocar o preservativo por outro método contraceptivo. É que a "borrachinha" é a única protecção segura contra doenças tão graves que podem até matar, como a sida.

É verdade que a paciência não é uma das virtudes da adolescência, o tempo de todas as paixões, dos sentimentos arrebatadores mas que não sobrevivem. É também a idade de todos os riscos, mas há uma equação que pode ser fatal:

Risco + Sexo - Preservativo = Gravidez Indesejada e/ou Doença Sexualmente Transmissível

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