A conclusão é de um estudo desencadeado pela Universidade de Maastricht, na Holanda, que criou um novo teste capaz de identificar até 90% das anomalias genéticas dos óvulos utilizados em tratamentos de fertilização in vitro.
Quando 75% dos óvulos de mulheres com mais de 39 anos têm anomalias, o método, desenvolvido pela equipa de Joep Geraedts, professor de genética e biologia celular, tem como objectivo aumentar as hipóteses de gravidez.
Dos 200 óvulos de 41 casais analisados, os resultados mostraram que o método é confiável na identificação de problemas genéticos, mas ainda é complicado avaliar o seu impacto nas taxas de gravidez.
Durante a Conferência da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, em Roma, os cientistas anunciaram que os testes em grande escala só estariam disponíveis para o ano.
19 de Julho de 2010
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