O pai da criança de dois anos que morreu no Grand Floridian Resort, na Flórida, depois de ter sido arrastada para dentro de água por um crocodilo, em meados de junho, diz que estavam pelo menos dois animais dentro de água no momento do ataque.

A Agência para a Vida Selvagem local informou, a 22 de junho, que abateu seis crocodilos, entre eles, um que acredita ser o responsável pelo ataque.

As autoridades fizeram questão de encontrar e abater o animal envolvido no ataque, por acreditarem que o espécime em causa teria perdido o medo de humanos, representando um perigo acrescido. O abate aconteceu oito dias depois da noite que vitimou Lane Graves, de dois anos.

O corpo do menino foi recuperado após 18 horas de buscas.

A Walt Disney World, dona do resort, colocou sinalização a proibir a prática de pesca e instalou também uma vedação de rede para substituir a corda que tinham antes do ataque.

No local já existia sinalização a proibir banhos, mas a criança foi atacada quando passeava com a família junto à água.

Ataque sem precedentes

"O pai entrou na água para tirar o filho das garras do crocodilo", relatou na altura Jerry Demings, chefe da polícia do condado de Orange, à estação de televisão norte-americana CNN.

A família, composta pelos pais e dois filhos, é de origem norte-americana. Estava no estado da Flórida, no sul dos Estados Unidos, a passar férias.

De acordo com o chefe da polícia local, nunca se registaram queixas por ataques de crocodilos naquela área.

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