No dia de arranque do segundo período, e com a previsão de nova descida acentuada das temperaturas nos próximos dias, os diretores escolares acusam o Governo de ainda não ter transferido as verbas de 2017.

A notícia é avançada pelo Diário de Notícias.

Por isso, os responsáveis admitem grandes dificuldades de funcionamento das unidades escolares, devido às pesadas faturas energéticas que não deixam margem para renovar computadores e investir em materiais para as aulas.

Manuel António Pereira, diretor do agrupamento de escolas de Cinfães e presidente da Associação Nacional de Diretores Escolares, fala em "gravíssimas limitações financeiras", admitindo que muitas escolas do interior do país passam por grandes dificuldades.

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"O dinheiro não dá para tudo e já estamos a viver em duodécimos. Os encargos básicos são muito grandes, com água, gás, eletricidade, comunicações, e o orçamento mal chega. Por exemplo, gastámos três mil euros em gás em duas semanas, e este ano o frio até começou mais tarde", exemplifica citado pelo referido jornal.

O responsável diz que o agrupamento de escolas de Cinfães, em Viseu, tem uma conta anual de cerca de 30 mil euros em gás, a que se somam 45 mil euros por ano em eletricidade devido ao frio.

O Ministério da Educação justifica que o processo de distribuição do orçamento às escolas é iniciado no arranque de cada ano económico, pelo que "as escolas estão em processo de submissão da sua proposta", escreve o mesmo jornal.

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