Elvis Aron Presley nasceu a 8 de janeiro de 1935 em Tupelo, no Mississippi, nos EUA. Em criança, tinha más notas a música mas, anos mais tarde, acabaria por se tornar no rei do rock, título que mantém até hoje, apesar de ter, alegadamente, morrido a 16 de agosto de 1977, vítima de ataque cardíaco, embora muitos garantam que a verdadeira causa foi uma overdose de drogas e medicamentos. Se fosse vivo, uma teoria que muitos fãs defendem, faria hoje 85 anos.

Até hoje, o cantor e ator norte-americano já vendeu mais de 1.000 milhões de discos em todo o mundo. Desses, 600 milhões foram comercializados nos EUA, onde Elvis Presley foi uma estrela maior. No dia em que fez 10 anos, estava à espera que os pais lhe oferecessem uma bicicleta ou até mesmo uma espingarda. Quando desembrulhou o presente, viu que era uma guitarra, mas não desmoralizou. Os tios ensinaram-no a tocar e, a partir daí, nunca mais parou.

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Aos 19 anos, gravou o primeiro disco. Dois anos depois, nascia uma estrela. "Heartbreak hotel", o primeiro single que lançou com o selo da editora RCA, atingiu o topo da tabela de vendas e, atrás dele, vieram outros êxitos que o levaram a ser uma presença constante nos ecrãs de televisão e, mais tarde, nos de cinema. Em 1958, numa das fases de maior sucesso, vê-se obrigado a parar para cumprir o serviço militar. Apesar de enviado para Friedberg, na Alemanha, continua a partir corações. É lá que conhece Priscilla Beaulieu, atriz, socialite e empresária norte-americana, na altura com 14 anos, com quem viria a casar e a ter a sua única filha, a cantora Lisa Marie Presley, 51 anos.

Em 1960, Elvis Presley regressa aos EUA e retoma a carreira. Além de ser um dos cantores que mais vende, é também uma das primeiras estrelas maiores a fazer uma residência artística em Las Vegas. Em 1973, quatro anos antes da sua morte, foi o primeiro intérprete a ter um espetáculo, "Aloha from Hawaii", transmitido nas televisões de todo o mundo. "É, ainda hoje, o maior ícone de moda masculino. Mudou a forma dos homens vestirem", elogia hoje a Esquire.

"Do estilo rockabilly à joalharia excessiva, Elvis continua a ser um dos raros ícones que viu o seu estilo estético sobreviver ao fim da sua carreira. Nem todos usamos jumpsuits em lamé mas o rei [do rock] continua a ser uma grande influência", escreve a revista. A publicação considera-o mesmo o "padrinho do bling [brilho]" e "um dos pioneiros do look fluido unissexo" pela generalização dos macacões de tecidos leves, além de "ter tornado o uso de roupa em pele cool".

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