Depois de se ter juntado a vários empresários da restauração, este sábado, no Rossio, em Lisboa, para mostrar a sua indignação sobre a falta de resposta do governo e pedindo medidas para ajudar a suportar a crise provocada pela pandemia, Ljubomir Stanisic deixou uma mensagem no Instagram.

Um pequeno texto onde agradece especialmente às autoridades. "Obrigado a todos os que levantaram o cu do sofá e juntaram a sua à nossa voz, mas um agradecimento especial à polícia - e ao superintendente Domingos Antunes - por levar a democracia e os seus valores à risca", começou por escrever, destacando de seguida a importância de se cumprirem todas as medidas da DGS no combate à Covid-19.

"Agora é tempo de recolher, de estar em família e cumprir as regras da DGS. Porque o que queremos é trabalhar, mas cumprindo todas as normas. O que queremos é sobreviver - de corpo e alma. Vamos lá dar cabo do bicho, deste bicho estranho... mas juntos!! A união faz mesmo a força", completou.

Mais tarde, Ljubomir Stanisic esteve à conversa com Bruno Nogueira, durante o 'Como É Que O Bicho Mexe?'. Visivelmente cansado, o famoso Chef destacou: "Querer justificar a liberdade e direitos, e tentar explicar que temos de nos afastar e respeitar a Covid, porque o mais importante é seguir as normas. Mas ao mesmo tempo conseguir expressar pela liberdade, pela democracia, fazer o que é importante... E custa-me muito - principalmente hoje posso dizer uma coisa -, o que me f**** mais neste país é a injustiça. As pessoas julgam, implicam, metem justiça em tudo. Nós lutamos pelos direitos das pessoas, dos portugueses, eu sou português, sou cidadão daqui... Custa-me isso".

De seguida, Bruno Nogueira referiu o facto de terem havido grupos partidários que se tentaram juntar ao protesto, mas que em nada tiveram a ver com a manifestação organizada.

"O que sei é que houve muitos, desde a extrema-direita, a esquerda, pessoas que queriam confusões, que se juntaram à manifestação pelo interesse próprio, pelo interesse de patriotismo, e eu não permiti. Há cinco dias que digo que nós não queremos políticos, nem queremos ir contra políticos ou contra o Estado, e há sempre pessoas que querem oportunidades. Ainda por cima extremos que para mim é uma coisa surreal. Vim de um país onde os extremos são abatidos, e faz-me confusão porque nós estamos pelo povo, fazer com o povo, com cidadãos, e avisamos que não queremos política, não queremos partidos, só queremos que nos ouçam. E eles tentaram ir lá na mesma", acrescentou, aproveitando para agradecer de novo à polícia pelo apoio prestado.

"Foi impecável, não permitiram confusões. Se não tivéssemos tido organização de segurança pessoal de Gonçalo Salgado, acho que iríamos ter muitos problemas porque houve grupos radicais, muita gente que queria fazer m****. Nesta altura, nesta crise, o que queremos é paz, saúde, respeitar normas, regras, e fazer isto para o bem das pessoas", disse.

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