Jessica Athayde ‘separou-se’ do filho pela primeira vez esta quinta-feira para marcar presença no programa ‘A Tarde é Sua’, da TVI, onde esteve à conversa com Fernanda Serrano, que hoje foi escolhida para apresentar o formato e substituir Fátima Lopes.

“A primeira vez que eu saio de casa e deixo o Oliver. Estou super nervosa de o ter deixado”, começou por dizer a mamã babada.

As dificuldades que a atriz enfrentou durante a gestação daquele que é o seu primeiro filho, fruto da relação com o ator Diogo Amaral, dominaram grande parte desta franca entrevista, onde não faltaram grandes revelações.

A escolha de não viver com o pai do filho

Jessica admite que o mau feitio que sentia devido às mudanças hormonais e aos enjoos que sentiu durante praticamente toda a gestação a fizeram tratar “pessimamente” Diogo Amaral. E foi também devido às dificuldades que teve que preferiu não sair de sua casa e continuar a viver sozinha mesmo durante a gravidez.

“Eu gosto de estar na minha casa e eu não queria sair do meu ninho”, conta, sem medo de confirmar que até o seu pai estranhou a decisão do casal.

Ainda que estejam ambos a viver em casas separadas, esta admite que vão viver juntos quando encontrarem a casa ideal. “Não significa que eu e o Diogo não vamos viver juntos, mas durante a minha gravidez eu tinha a certeza que queria ficar no meu ninho”, explica.

O verdadeiro motivo pelo qual decidiu não amamentar

A decisão de não dar de mamar originou a que esta fosse novamente julgada por muitos. Uma decisão ponderada, cujo o verdadeiro motivo foi hoje revelado pela primeira vez.

“Tive de tomar antidepressivos na gravidez”, começou por revelar. “Tomei a decisão de não dar de mamar porque se eu desse de mamar eu poderia passar os antidepressivos para o bebé. Ele teria de desmamar”, defende.

“Passei mesmo por um momento complicado durante a minha gravidez”, lamenta, justificando que foi a sua médica quem percebeu a situação e a aconselhou a tomar medicação para melhorar o seu estado emocional.

“É mesmo importante as mulheres não sentirem vergonha de não gostarem de estar grávidas”, alertou ainda procurando ajudar outras mulheres em situações idênticas às que viveu.

O momento em que viu o filho pela primeira vez

O parto não foi fácil e a cesariana foi necessária após uma tentativa de parto natural. Jessica sentiu muitas dores e foi quando estava já no seu “limite” que ouviu o chorar do seu menino. Um momento que a fez esquecer o facto de não ter gostado de estar grávida.

“Chorei logo e amei no momento”, afirma, garantindo que “foi instantâneo o amor” pelo pequeno Oliver.

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