Filomena Cautela esteve esta terça-feira, dia 25, no programa ‘5 Para a Meia Noite’ para em conversa com Tânia Ribas de Oliveira fazer um balanço do 10º aniversário do talk show que ajudou a construir.

Filomena fez parte do primeiro painel de apresentadores que em dias distintos da semana comandava o formato. Nesta fase, ainda na RTP2 e com um orçamento reduzido. Condição que, ao contrário do que seria de esperar, não os limitava e apenas dava largas à imaginação, permitia que todas as ‘maluqueiras’ fossem possíveis.

Mais tarde, o programa passou para as noites da RTP e Filomena acabou por ser substituída por outro apresentador. Seguiu-se uma pausa do ‘5’, que viria a ser interrompida mais tarde com um regresso que tinha a apresentadora como protagonista.

O convite para ser a única cara do ‘5 Para a Meia Noite’, que agora passava a ser um programa semanal, surgiu numa altura em que esta passava uma das fases mais delicadas da sua vida.

“Aconteceu-me uma coisa muita trágica na minha vida pessoal muito perto dessa altura”, contou Cautela, falando pela primeira vez sobre este assunto delicado.

Estava num estado um bocadinho atordoado. Não sabia o que havia de fazer, o meu corpo não respondia, eu própria não respondia muito à vida. De repente, disseram-me isso: ‘Olha, Mena, o ‘5’ vai voltar e nos gostávamos muito que fosses tu a apresentar o programa’. Acho que foi uma coisa qualquer cósmica também que disse: ‘Bora, Mena, anda viver”, recordou a apresentadora, que preferiu não revelar qual a tragédia a que se referia.

Recorde-se que esta quinta-feira, dia 27, vai para o ar último programa '5 Para a Meia Noite' desta temporada. Uma emissão especial que irá comemorar o 10º aniversário do formato.

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