Cláudio Ramos está cada vez mais apaixonado pelo seu novo namorado. Apesar de não revelar a identidade da pessoa que preenche o seu coração, o comentador do ‘Passadeira Vermelha’, da SIC, não se inibe de mostrar o amor que sente.

“Há dois anos estava no lugar onde estou agora a escrever este texto. Uma esplanada fria, num final de tarde e um filme à minha espera. É impossível não olhar para estas cadeiras verdes e recuar no tempo. Perceber que há dois anos um encontro se tornaria na coisa mais bonita da minha vida dos últimos tempos é reconfortante. Se fechar os olhos, consigo lembrar-me do cheiro, e ver essas calças verdes, largas e desalinhadas que usaste no primeiro dia. Consigo ver outra vez o teu ar preocupado, sem perceber muito bem onde meter as mãos que disfarçavas com o ajeitar do cabelo. Lembro-me que usavas enrolado ao pescoço um cachecol péssimo, que nessa mesma noite terei feito desaparecer. Senão nessa, nas seguintes. Começaste devagar, naquele dia, a entender quem sou e descobriste rapidamente uma pessoa que nunca ninguém descobriu. As mãos acabaram em cima das minhas. O filme – honestamente não me lembro do filme – lembro-me que vimos muitos depois disso”, começou por recordar Cláudio Ramos, num texto partilhado no seu blogue onde fala somente sobre o amor.

“Tens o melhor cheiro que conheci na vida, talvez por isso mantenha um frasco de perfume dentro da tua caixa. Vou cheirando assim um pedaço teu a cada momento que me apetecer. Há coisas que não podemos imaginar, parece que nem o melhor dos romancistas poderia escrever uma história assim como esta. Não conheço ninguém que tenha tanta vocação para desarmar as ideias todas, para tirar do sério a realidade ou para ‘desconstruir’ aquilo que me arrelia em momentos a mim e ao mundo, como tu o fazes. É uma mania irritante, mas uma excitante mania”, acrescentou.

Cláudio contou que conheceu o seu novo amor já depois de ter completado 40 anos. “Nunca me tinha sentido tão pele com pele com alguém. Amei-te desde o primeiro dia que te vi. Não te disse. Logo Eu! Fazer uma confissão? Não poderia fazê-lo, não queria. O importante era seguir um dia de cada vez, por ali fora a ver até onde ia. E foi longe, muito longe, muito mais longe do que se sonhava na primeira vez que olhámos um para o outro e percebemos ao balcão de um bar, numa madrugada e frente a um prato de sopa quente, que seria muito bom. Muito importante. Muito forte… para sempre”, continuou.

Na mesma publicação, o comentador confessou ainda o que o fez ficar apaixonado. “O que me fez apaixonar por ti não foram os teus olhos ou a maneira de me elevares a um ser especial. Talvez tenha sido a tua eterna idade da inocência. Que o mundo nunca te roube isso. Que as pessoas não te assaltem a alma, porque se fizerem isso, já que a tua alma é minha, estão a roubar-me a mim também”, explicou. “O meu coração é a tua casa”, rematou.

Leia na íntegra aqui.

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