Vida de campo à beira da cidade? Sim, é possível! E quem o diz é Catarina Alves, a arquiteta que fundou a marca CATE, em pleno confinamento (2020), que está vocacionada para a arquitectura, design de interiores e lifestyle.

Cool e elegância são os nomes do meio da arquiteta que já é conhecida por fazer magia por qualquer casa por onde passe.

Na passada quinta-feira, dia 15 de julho, o projeto Casa da Quinta, em Caneças, realizado por Catarina Alves, saiu vencedor com um prémio Municipal de arquitetura do concelho de Odivelas de 2021.

O Prémio Municipal de Arquitetura tem o objetivo de honrar construções novas, ou que estejam em recuperação, que privilegiem a qualidade arquitetónica e o enquadramento urbanístico do projeto, e que contribuam para a valorização do património arquitetónico e urbanístico do Concelho de Odivelas.

A cerimónia de entrega foi muito restrita, face às regras da pandemia covid-19, mas não foi por isso que deixou de acontecer um dos maiores orgulhos para a marca CATE.

“Ver o projeto da Casa da Quinta distinguido com o prémio municipal de arquitectura do concelho de Odivelas é para mim motivo de grande orgulho e emoção. Para além de ser uma obra com uma enorme simbologia pessoal e familiar, a Casa da Quinta representa tudo aquilo em que eu acredito do ponto de vista da arquitetura e do design de interiores – honrar e respeitar o passado, com sentido contemporâneo – de forma simples e descomplexada”, explicou Catarina Alves.

Catarina Alves, a arquiteta que fundou a marca CATE
Catarina Alves, a arquiteta que fundou a marca CATE créditos: CATE

A Casa da Quinta tornou-se num lugar deslumbrante e numa verdadeira combinação do melhor de dois mundos: Uma quinta na cidade, a paz ao lado da confusão, um refúgio para nos tranquilizar quando precisamos de parar e refletir, sem o barulho da capital.

“Este prémio é também um passo muito importante para a marca que criei. A Casa da Quinta foi o pretexto, o começo e a engrenagem para a concepção da CATE, que pretende dar alma às casas portuguesas”, concluiu a arquiteta.

Outrora parte de uma casa senhorial de veraneio (Quinta de Stª Clara) e inserida numa envolvente de 2 hectares de campo, a zona onde hoje surge a Casa da Quinta constituiu no passado um conjunto de construções das quais faziam parte: casas de caseiros e de animais.

Devoluto, o edificado existente foi o mote para uma reabilitação que tinha em vista uma moradia unifamiliar (tipologia T3) de piso térreo com um conceito basilar – a ligação ao campo.

A Casa da Quinta surge com o intuito de elevar as características de uma Caneças rural. Da sua narrativa fazem parte as linhas tradicionais e o telhado de duas águas, as fachadas lisas brancas, pontualmente rasgadas por vãos de alto a baixo, com as suas portadas de ar rústico inspiradas nos antigos celeiros.

De implantação longitudinal a Casa da Quinta divide-se por um eixo central que separa a zona privada da zona social.

A luz e o constante contato com o exterior em qualquer uma das divisões da casa foi uma das principais premissas para o seu desenvolvimento.

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