A destruição ambiental faz com que muitos cientistas afirmem que estamos perto de uma nova extinção em massa e que as espécies estão a desaparecer 100 vezes mais rápido do que no passado. Estima-se que cerca de oito milhões de espécies animais e vegetais estão em perigo de extinção e muitas delas podem inclusive desaparecer nas próximas décadas.

É urgente lançar um apelo de consciencialização à população mundial sobre os impactos do Homem no meio ambiente e nos animais, de forma a recuperar a biodiversidade o mais rápido possível.

O WWF [ONG que atua nas áreas da conservação, investigação e recuperação ambiental] Chile acaba de lançar o projeto 'Huellas de extinción' [Pegadas de extinção em português] , um museu virtual que dá visibilidade a algumas espécies já extintas ou em vias de desaparecer, com a finalidade de educar as gerações futuras e evitar que novos animais entrem nesta lista.

Através de um site, os visitantes desta galeria interativa poderão mergulhar numa experiência imersiva para conhecer e interagir com os três animais que protagonizam a exposição: o pássaro dodô e o auk gigante, ambos extintos, e a nebulosa pantera, em vias de extinção.

A realidade aumentada permitirá que admire estas espécies emblemáticas na primeira fila, a partir de qualquer dispositivo móvel. Os utilizadores poderão descobrir como se alimentavam, como viviam e qual era o habitat natural destes três animais.

“Este projeto visa sensibilizar e dar visibilidade às espécies que já desapareceram, fazendo um apelo para cuidarmos do nosso meio ambiente e não permitirmos que mais animais continuem a entrar neste museu”, afirma a diretora da Biodiversidade Marinha da WWF, Yacqueline Montecinos .

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