O Hospital do Fundão era um dos que integrava o Acordo de Compromisso Social assinado pelo anterior Governo, que previa a transferência da gestão de hospitais para as misericórdias locais, intenção que não se concretizará, já que no dia 29 de janeiro a Assembleia da República aprovou os projetos de resolução (propostos pelo PS, PCP e BE) que recomendam a manutenção dos hospitais no serviço público.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a USCB congratula-se com essa decisão, recorda que as estruturas sindicais filiadas assumiram nas suas mãos uma luta "intensa e sem tréguas" contra a entrega do hospital e também saúda os protagonistas desse processo, que "são os trabalhadores e a população".

"A USCB/ CGTP-IN saúda por isso todos os trabalhadores que aderiram às lutas, saúda milhares de mulheres e homens que assinaram o abaixo-assinado e saúda os autarcas que sem reserva, nem trunfos na manga, tomaram posições públicas em defesa do Hospital do Fundão", consta na nota de imprensa.

Esta estrutura sindical reivindica ainda mais valências para este hospital, exige que o serviço de Urgência seja reposto, além de alertar para a necessidade de se continuar atento.

"Agora é preciso continuarmos atentos porque há quem, não satisfeito com esta pesada derrota, pretenda, através de malabarismos, de jogos subterrâneos e de pretensos acordos de gabinete, dar por outra via à misericórdia o que a Assembleia da República lhe recusa", afirma, prometendo manter essa atenção.

O Hospital do Fundão integra, juntamente com o Hospital da Covilhã, o Centro Hospitalar da Cova da Beira, que está sediado na Covilhã, no distrito de Castelo Branco.

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