A Câmara de Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, assinou no dia 24 de agosto o contrato de adjudicação da empreitada com a empresa CIP - Construção, que venceu o concurso público, refere a autarquia em comunicado. “O início das obras ocorrerá após a obtenção do visto do Tribunal de Contas”, segundo a nota.

Numa primeira fase, os trabalhos “incidirão principalmente nos cinco pavilhões daquela escola, através da substituição das chapas que contêm amianto por outro tipo de materiais”.

O projeto prevê também, entre outras intervenções, “a reabilitação das fachadas dos edifícios e de todas as instalações sanitárias, assim como o isolamento térmico de pavilhões e a colocação de painéis solares” para aquecimento de águas.

Risco de cancro

“Para melhorar a eficiência energética da ESOH, também vão ser substituídos todos os vãos e persianas por novas soluções que permitam o corte térmico”, adianta a Câmara Municipal, cujo presidente, o independente José Carlos Alexandrino, que se recandidata ao cargo pelo PS, se congratula com a solução encontrada, exigida nos últimos anos pela comunidade escolar e por todos os partidos com assento parlamentar, face ao risco de o amianto ser causador de cancro.

“Sempre estivemos ao lado da preocupação manifestada pela Associação de Estudantes e pelos pais e encarregados de educação relativamente aos problemas relacionados com o amianto”, recorda o autarca, citado na nota. O estabelecimento de ensino, que integra o Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital, “estará irreconhecível e livre de qualquer placa que contenha amianto”, sublinha.

Veja ainda: 10 coisas do dia a dia que causam cancro

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