“Temos um caso confirmado, uma jovem mulher, e há também outro caso suspeito”, disse a porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, durante uma conferência de imprensa em Genebra, na qual anunciou que “existem atualmente nove casos de contacto identificados”.

O caso da febre hemorrágica de Ébola foi detetado no sábado em Abidjan, numa jovem guineense de 18 anos, que chegou à Costa do Marfim a 11 de agosto proveniente da cidade guineense de Labe, no norte do país, depois de viajar mais de 1.500 quilómetros por estrada.

A paciente está atualmente a ser tratada num hospital em Abidjan, a capital económica da Costa do Marfim e uma cidade de quatro milhões de pessoas.

A Costa do Marfim iniciou esta segunda-feira a vacinação contra o vírus Ébola, tendo disponíveis 5.000 doses, sendo prioritários o “pessoal de saúde, familiares próximos da vítima e os seus contactos”.

Na conferência de imprensa citada pela AFP, a OMS disse que é “extremamente preocupante” que o caso tenha ocorrido nesta metrópole, dois meses depois de ter sido anunciado que a epidemia de 2021 na Guiné-Conacri tinha terminado.

“Relativamente às primeiras investigações sobre a sequência genética do vírus Ébola que foi identificado em Abidjan, de momento não temos qualquer indicação de que este surto na Costa do Marfim esteja relacionado com o surto de Ébola na Guiné-Conacri no início deste ano”, disse Jasarevic.

O caso é o primeiro na Costa do Marfim desde 1994.

A Guiné-Conacri registou recentemente um novo surto de Ébola, declarado extinto em junho.

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