No total, e segundo dados esta quarta-feira divulgados pela autoridade de gestão, foram aprovadas 30 candidaturas relativas à tipologia de Investigação Científica e Tecnológica que resultarão num investimento global de cerca de 94 milhões de euros.

De entre os 30 projetos aprovados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), responsável pela gestão do Norte 2020, a maioria foi apresentada pela Universidade do Porto que irá receber 24,7 milhões de euros para 10 iniciativas.

A maior fatia do bolo da Universidade do Porto seguirá o ICETA - Instituto de Ciências, Tecnologias e Agroambiente da Universidade do Porto, entidade que irá receber 9,3 milhões de euros para quatro projetos.

Segue-se o IPATIMUP - Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, que irá receber 5,4 milhões de euros para um projeto de investigação avançada sobre o cancro.

A Universidade do Minho foi contemplada com 18,5 milhões de euros de fundos de Bruxelas que irão auxiliar ao desenvolvimento de oito projetos relacionados com biotecnologia, monitorização dos ecossistemas da costa, células estaminais, distúrbios neurológicos, doenças degenerativas, entre outros.

Para a Universidade de Trás-os-Montes seguirão cerca de oito milhões de euros para dois projetos de pesquisa sobre ambiente e inovação no vinho.

A par destes, a autoridade de gestão aprovou ainda projetos apresentados pelo Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial (INEGI), Instituto Nacional de Engenharia Biomédica (INEB), Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (LIN) e Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR).

IPO com 2,5 milhões de euros

O Instituto Português de Oncologia do Porto viu também aprovados 2,5 milhões de euros para um projeto sobre o tratamento de cancro em estádio inicial.

Gerido pela CCDR-N, e aprovado em dezembro de 2014, o Norte 2020 conta com 3,4 mil milhões de euros de verbas comunitárias, sendo que quase metade do valor (1,26 mil milhões de euros) se destina à competitividade de micro e pequenas empresas da região.

Já cerca de 403 milhões de euros destinam-se a iniciativas públicas de investigação, desenvolvimento tecnológico e inovação e 385 milhões de euros serão aplicados no sistema urbano.

Desde o primeiro concurso, lançado em 17 de março de 2015, até 30 de abril, foram aprovados mais de 1.500 projetos de Pequenas e Médias Empresas (PME) da região, correspondendo a um investimento de 660 milhões de euros com um apoio comunitário de 362 milhões.

Num balanço do ano de 2015, a CCDR-N indicou esta semana terem sido “encetados esforços para a abertura de 50 concursos ou convites: 27 do Sistema de Incentivos às Empresas, 21 para financiamento de operações públicas ou equiparadas e dois de Instrumentos Financeiros”.

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