Com o inquérito, de base comunitária, as autoridades de saúde moçambicanas pretendem “avaliar o impacto dos serviços de prevenção, cuidados e tratamento” da doença no país, referiu o INS em nota enviada à comunicação social.

O Insida, que vai decorrer até novembro, será lançado na província de Gaza, no sul do país, numa cerimónia dirigida pelo ministro da Saúde moçambicano, Armindo Tiago.

Segundo o INS, durante o processo, vão ser entrevistados um total de 23.877 pessoas e testadas para o HIV cerca de 19.006 cidadãos com pelo menos 15 anos.

“O inquérito irá decorrer em duas fases, sendo que a primeira irá abranger seis províncias, nomeadamente: cidade e província de Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala e Manica”, adiantou o INS.

De acordo com um relatório do Ministério da Saúde moçambicano relativo a 2019, 73% das pessoas com HIV tinham sido diagnosticadas, 59% destas estavam em tratamento, mas só 32% atingiram a supressão viral.

No mesmo ano, Moçambique registou 120 mil novas infeções e pelo menos 51 mil pessoas morreram devido à doença no país, maioritariamente nas províncias de Maputo, Zambézia e Nampula.

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