O CHULC explica, numa nota enviada à agência Lusa, que estas 70 toneladas são compostas por equipamentos desativados por antiguidade ou avaria, mas ainda potencialmente reutilizáveis e que o projeto, iniciado em agosto de 2019, “permitiu, além da atividade de reciclagem, a recuperação e reutilização de espaços que, por força da acumulação de materiais, se encontravam inoperacionais”.

“A recolha é efetuada por gestor autorizado, sendo cumpridas as regras ambientais com registo na plataforma da Agência Portuguesa do Ambiente”, refere a nota, acrescentando que para o trabalho de recolha interna e colocação nos armazéns centrais foram movimentadas inúmeras peças de mobiliário e outros equipamentos para futura reutilização.

O objetivo do CHULC é “a criação de um parque de equipamentos que possibilite a melhor gestão dos ativos com reflexo direto nas condições de exploração e no apoio à decisão de compra de novos equipamentos”.

“Além disso, a iniciativa é fundamental para a gestão sistematizada e abrangente dos bens e equipamentos não utilizados pelas unidades”, conclui.

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