O grupo, formado por investigadores de quatro universidades japonesas, entre elas as de Tóquio e Kanazawa, realizará um ensaio com 120 pacientes, revelou a cadeia pública NHK.

Os 120 doentes serão divididos em dois grupos.

A um dos grupos será administrada oxitocina através de um pulverizador nasal, enquanto o segundo receberá um placebo.

A oxitocina, também denominada a "hormona ou molécula do amor" é um neurotransmissor produzido pelo hipotálamo que se acredita estar relacionado com o orgasmo, o reconhecimento afetivo, as condutas maternal e paternal e, em geral, no estabelecimento de relações sociais.

Uma equipa da Universidade de Tóquio apresentou este verão os resultados de um estudo em que se concluiu por uma melhoria nas capacidades de reconhecer e associar expressões faciais em pacientes adultos com autismo.

O estudo também mostrou um aumento da atividade neuronal numa zona do cérebro que está relacionada com o reconhecimento de emoções e com a empatia.

Um estudo anterior publicado pela revista Nature por uma equipa do Centro Médico Langone de Nova Iorque, nos Estados Unidos, em 2013, também sublinhou o peso que poderia ter os baixos níveis desta hormona nas pessoas que sofrem de transtornos do autismo.

A equipa nipónica planeia ter compilados os resultados do estudo em 2016 com o objetivo de determinar se a oxitocina pode ser utilizada para tratar o autismo e, nesse caso, iniciar mais testes destinados a obter as autorizações do Ministério da Saúde para produzir e comercializar um fármaco.

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