Segundo o INSA em comunicado, como implementação de ações de prevenção, o Instituto Superior Técnico de Lisboa acolhe na quarta e na quinta-feira rastreios às DST.

O estudo a ser realizado pelo INSA vai incidir nas bactérias causadoras das DST: clamídia genital, a gonorreia, ‘Mycoplasma genitalium’ e o parasita tricomoníase, “cujos dados de prevalência em Portugal são, atualmente, quase inexistentes”.

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A Organização Mundial da Saúde declara que estas quatro DST causam mais de 350 milhões de novas doenças por ano no mundo e são mais frequentes nos jovens sexualmente ativos.

“A maioria das DST não causa sintomas, ou seja, os infetados não sentem necessidade de procurar diagnóstico, não são tratados e continuam a transmitir a infeção aos seus parceiros”, refere Maria José Borrego, investigadora e coordenadora do Laboratório Nacional de Referência das Infeções Sexualmente Transmissíveis do INSA, citada no comunicado, destacando a importância da prevenção e da sensibilização.

Participação anónima e gratuita

A investigadora recorda que as DST objeto do estudo “são curáveis pela simples toma de antibiótico, mas, quando não tratadas, podem causar doença inflamatória pélvica e infertilidade e, por outro lado, potenciam o risco de aquisição e transmissão do VIH/SIDA”.

A participação neste estudo é anónima e gratuita, tendo os participantes apenas de dar o seu consentimento, preencher um inquérito e fornecer uma amostra de urina, podendo depois solicitar o acesso aos seus resultados.

O rastreio pode ser realizado no edifício dos Serviços de Saúde do Instituto Superior Técnico, entre as 14:00 e as 17:00, bem como em qualquer laboratório do Centro de Medicina Laboratorial Germano de Sousa, a nível nacional.

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