Hoje, em resposta escrita a um pedido de esclarecimento enviado pela agência Lusa, na sequência da aprovação da candidatura daquele investimento ao Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), a ULSAM estimou uma poupança, em mais de 222.282 euros, com a opção pela eficiência energética prevista no projeto.

A ULSAM é constituída por dois hospitais, o de Santa Luzia em Viana do Castelo e o hospital Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 13 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, servindo uma população residente superior a 250 mil pessoas. No total, a ULSAM emprega mais de 2.500 profissionais, entre eles, 501 médicos e 892 enfermeiros.

O projeto, "centra-se no sistema AAVC (aquecimento e ventilação) nas áreas de internamento, comuns e técnicas e na iluminação, com tecnologia LED (Light Emitting Diode), extensível a toda a área interior e exterior do hospital de Santa Luzia".

Segundo a ULSAM, as ações previstas no projeto agora aprovado pelo POSEUR terão início "no segundo semestre de 2018 e conclusão em dezembro de 2019".

"É um caminho a percorrer de forma gradual e planeada, tornando o hospital amigo do ambiente, dos trabalhadores e dos utentes que a ele recorrem", afirmou o presidente do conselho de administração da ULSAM, Franklim Ramos, citado na nota enviada à agência Lusa.

Referiu ainda, que "as fontes energéticas de primeira geração, devem ser uma opção de todas as organizações, no sentido de consolidarmos a sustentabilidade do ambiente, consequentemente das populações que o habitam, cabendo aos seus dirigentes, a promoção das boas-práticas".

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