Em 2014, 4.500 pessoas morreram por causa de uma infeção hospitalar, mas os números podem estar subavaliados.

O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, refere que as estatísticas falham porque nem sempre a infeção hospitalar surge como principal causa de morte no certificado de óbito.

A Associação Portuguesa dos Administrados Hospitalares confirma que existem falhas nos registos.

A DGS acredita que as as infeções hospitalares são comunicadas, mas vai criar um mecanismo que obriga as instituições a identificar os casos e a notificar as entidades competentes, nas quais se enquadram a própria DGS.

O bastonário da Ordem dos Médicos recorda, no entanto, que neste momento a adesão ao Programa de Prevenção e Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos é voluntária e a comunicação de infeções tem consequências no financiamento dos hospitais.

Na semana passada, o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, admitiu que os números das infeções hospitalares em Portugal são "muito maus".

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