O departamento veterinário desta instituição académica anunciou que vai realizar uma investigação na qual instruirá oito cães e os exporá a amostras de pacientes infetados com o novo coronavírus, a fim de determinar se eles são capazes de detetá-la.

A universidade garante que os cães que participarão neste estudo já foram capazes de detetar várias doenças em várias ocasiões.

O centro veterinário da universidade desenvolve este tipo de prática desde 2013, quando iniciou uma investigação para verificar se os cães detetavam o cancro do ovário.

Atualmente, esses animais são usados ​​para encontrar várias situações clínicas, como aneurismas ou diabetes.

"Sabemos que todas as doenças parecem ter um cheiro único e sabemos com certeza que os vírus têm esse cheiro", disse à cadeia de televisão CBS Cynthia Otto, diretora da Escola de Medicina Veterinária da Universidade da Pensilvânia.

Se o estudo der os resultados esperados, a universidade garante que o uso preliminar de cães para detetar o coronavírus pode começar em julho deste ano.

Nesse sentido, Cynthia Otto afirma que o uso do faro desses animais pode ser especialmente útil para detetar casos assintomáticos que espalham o vírus sem mostrar nenhum sinal externo da doença.

"Seria algo semelhante ao que acontece nos aeroportos quando os cães farejam explosivos", explica Otto.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 227 mil mortos e infetou quase 3,2 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Cerca de 908 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 989 pessoas das 25.045 confirmadas como infetadas, e há 1.519 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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