O contrato revisto prevê a possibilidade de adquirir vacinas adaptadas às mutações do vírus, bem como para uso pediátrico e de reforço.

O contrato garante a entrega atempada de doses a partir do terceiro trimestre deste ano e até ao final de 2022 e a possibilidade de o adaptar às necessidades de cada Estado-membro em função da sua situação epidemiológica.

Os Estados-membros têm, por seu lado, a possibilidade de revender ou doar doses a países necessitados fora da UE ou através da Instalação COVAX.

O contrato de hoje com a Moderna assenta na carteira de vacinas que garantirão à Europa o acesso a até 4,4 mil milhões de doses, uma vez que todas as vacinas tenham sido provadas como seguras e eficazes.

A UE investiu já 2,9 mil milhões de euros no desenvolvimento de vacinas com as farmacêuticas com as quais tem acordos, sob condição de reserva de um determinado número de doses para o bloco, tendo os Estados-membros avançado com 750 milhões.

Estão quatro vacinas aprovadas na UE: PfizerBioNtech, Moderna, AstraZeneca e Johnson & Johnson (esta de dose única).

A pandemia de COVID-19 provocou, pelo menos, 3.868.393 mortos no mundo, resultantes de mais de 178,4 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Veja ainda - Vacinas com ARN mensageiro: como é que atuam no organismo?

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