Ancara investiu em África nas últimas duas décadas sob os auspícios de Erdogan para fortalecer e desenvolver laços diplomáticos, mas também económicos e comerciais, em particular no campo da defesa.

Esta cimeira, que foi inaugurada na sexta-feira, é a terceira do género, que pretende reforçar a parceria com o continente africano.

Erdogan anunciou que a Turquia se encarregaria da entrega das 15 milhões de doses destinadas a conter a propagação da pandemia no continente, em grande parte deixado para trás pelas campanhas de vacinação.

O presidente da Turquia explicou que investigadores turcos desenvolveram uma vacina, a “Turkovac”, tendo sido solicitada a sua aprovação de emergência e assim que esta ocorrer a vacina será compartilhada com África.

Na última semana, o número de infeções por coronavírus aumentou 57% no continente, sendo a África do Sul, onde a variante Ómicron foi identificada, o país mais afetado.

Erdogan também expressou o desejo de fortalecer os intercâmbios com a África em um grande número de áreas, incluindo saúde, defesa, energia, agricultura e tecnologia.

“O verdadeiro potencial entre nós vai muito além dos nossos objetivos atuais”, insistiu.

O volume do comércio entre a Turquia e a África aumentou em 20 anos de 5,4 mil milhões de dólares para 25,3 mil milhões em 2020.

De acordo com o ministro das Relações Exteriores turco, Mevlut Cavusoglu, 16 chefes de Estado e 102 ministros africanos participam na cimeira que termina hoje e que deu origem a numerosas negociações bilaterais com autoridades turcas.

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