Em comunicado, divulgado à comunicação social, a administração refere que as visitas aos doentes vão decorrer durante o período da manhã, entre as 11:00 e as 11:30, e no período da tarde entre as 16:00 e as 16:30.

A administração do hospital proibiu também a venda ambulante dentro do recinto hospitalar e limitou a circulação automóvel.

Apenas podem entrar no perímetro do hospital viaturas que transportem doentes e viaturas dos funcionários do hospital.

Os doentes que se dirijam ao hospital só podem ser acompanhados por uma pessoa, refere também o comunicado.

A Guiné-Bissau está a viver a terceira vaga da pandemia provocada pelo novo coronavírus, que tem sido caracterizada por um aumento de novas infeções e vítimas mortais.

A Guiné-Bissau, com cerca de dois milhões de habitantes, regista, segundo os últimos dados, 5.123 casos acumulados de covid-19 e 90 óbitos.

O aumento de número de casos da infeção e de óbitos nas últimas semanas obrigou as autoridades guineenses a decretar novas restrições.

O Governo da Guiné-Bissau decidiu encerrar ginásios, bares e discotecas, proibir a realização da época desportiva, reuniões e manifestações com mais de 25 pessoas e eventos sociais, culturais e políticos, após o aumento de casos de covid-19.

A covid-19 provocou pelo menos 4.370.427 mortes em todo o mundo, entre mais de 207,84 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

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