Com estes dados, Itália passou a somar, desde o início da pandemia, 42.953 mortes entre os 1.028.424 casos de infeção contabilizados oficialmente.

Do total de novos casos, e depois de se realizarem quase 226 mil testes de diagnóstico, segundo as autoridades sanitárias italianas, a pior situação regista-se na Lombardia (norte), que contabilizou 8.180 infeções, à frente da Campânia (3.166), Véneto (3.082) e Piemonte (2.953).

Segundo a Agência dos Serviços Regionais de Saúde (Agenas) italiana, 52% dos pacientes hospitalizados em Itália é devido ao novo coronavírus, pelo que foi superado largamente a meta considerada crítica, estimado em 40%.

Pelo menos 11 regiões estão acima deste nível, entre elas a Lombardia, mas também a Campânia, Piemonte e Lácio, cuja capital é Roma.

Também foi ultrapassado o limite nas unidades de cuidados intensivos (UCI), que estão ocupadas por 37% dos pacientes com covid-19, sete pontos acima do limite de 30%.

Hoje, num encontro por videoconferência com jornalistas estrangeiros residentes em Itália, o presidente da Federação Nacional dos Médicos italiano, Filippo Anelli, advertiu que, se a curva de contágios continuar a subir, o Governo terá de impor novas medidas restritiva, mas descartou a possibilidade de o país voltar a um confinamento total, como aconteceu durante a primavera.

Anelli realçou que, na última semana, a média diária de pacientes a entrar nas UCI é de 100 a 120 pessoas.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.275.113 mortos em mais de 51,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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