A velocidade dos contágios diminuiu 55 pontos nas últimas 24 horas, de 3.194 casos para 3.139 (hoje) por 100.000 habitantes, notificados nas últimas duas semanas.

As comunidades autónomas com maior incidência acumulada de contágios são as da Catalunha (5.288), Múrcia (4.735) e Aragão (4.668).

Os serviços sanitários espanhóis informaram que 130.888 novos casos da doença foram notificados nas últimas 24 horas e que o número de mortos associados à covid-19 foi de 176 durante o mesmo período.

O total de casos de covid-19 notificados no país desde o início da pandemia, há dois anos, é agora de 9.660.208 e já morreram 92.767 pessoas devido à doença.

O número de doentes hospitalizados voltou hoje a diminuir, para 18.548 (eram 18.805 na quarta-feira), o que corresponde a 14,8% da ocupação de camas hospitalares, encontrando-se 2.099 pacientes nas unidades de cuidados intensivos (2.152) que ocupam 22,2% das camas desses serviços.

A pressão hospitalar, medida através da percentagem de ocupação de camas de doentes com covid-19 nas unidades de cuidados intensivos, é maior nas comunidades da Catalunha (41,3%) e de Aragão (31,6%).

A covid-19 provocou 5.625.889 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A nova variante Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

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