Em Itália já se registaram 124.632 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2. Só nas últimas 24 horas contabilizaram-se mais 4.805 diagnósticos.

Ao todo morreram 15.362 pessoas por COVID-19 neste país, com mais 681 óbitos em relação a ontem. Uma pequena redução face a sexta-feira, quando se registaram 766 vítimas mortais.

Objetos que aumentam o risco de contrair COVID-19 segundo a Direção-geral da Saúde
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Pelo menos 20.996 pessoas recuperaram da doença, mas 3.994 permanecem em unidades de cuidados intensivos.

Desde finais de fevereiro, altura em que a epidemia se começou a propagar em Itália, fazendo do país o líder da tabela de vítimas mortais, a curva tem-se mantido ascendente.

Por isso, a proteção civil destacou hoje a redução inédita do número de doentes internados nos cuidados intensivos dos hospitais italianos: são hoje 3.994, menos 74 do que na sexta-feira (4.068).

“É uma notícia importante, porque permite aos nossos hospitais respirarem. É a primeira vez que esse número baixa desde que asseguramos a gestão desta emergência”, clarificou Angelo Borrelli, chefe da proteção civil italiana.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, já causou mais de 59 mil mortos e infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com cerca de mais de 603 mil infetados e mais de 43 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos.

Portugal regista 266 mortes e 10.524 casos de infeções, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

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