O confinamento destas zonas, decretado inicialmente entre 14 e 21 de agosto, foi prolongado até 27 deste mês, data em que termina a ordem de permanência em casa em Sydney, capital regional daquele estado, e nas localidades circundantes.

Apesar do longo confinamento em Sydney, decretado em 26 de junho, o novo surto com a variante delta do vírus continua a espalhar-se.

Nas últimas 24 horas, o estado de Nova Gales do Sul diagnosticou 681 infeções locais, um novo máximo diário, a maioria na cidade de Sydney, além de uma morte.

As autoridades também estão preocupadas com os 25 casos detetados nas zonas rurais, no oeste daquele estado.

A chefe do governo de Nova Gales do Sul, Gladys Berejiklian, disse que as áreas rurais de maior “preocupação” são Wilcannia, com uma população de 745 habitantes, a maioria aborígenes, e a cidade de Dubbo, onde 15% dos 35.000 habitantes são indígenas.

As autoridades australianas pensam que o surto associado à variante delta nesta zona rural ocorreu quando uma pessoa infetada viajou para uma comunidade remota, para assistir ao funeral de um jovem aborígene.

Desde então, houve 167 infeções naquela zona rural, a maioria entre indígenas, que têm problemas de saúde subjacentes, bem como baixas taxas de vacinação.

O surto com a variante delta detetado em meados de junho em Sydney também se estendeu ao estado de Victoria, que nas últimas 24 horas diagnosticou 57 novos casos locais em Melbourne, onde vigora o recolher obrigatório até 02 de setembro.

O território da capital australiana, Camberra, também confinado, registou hoje seis transmissões comunitárias.

O surto detetado em Sydney ter-se-á igualmente alastrado à Nova Zelândia, que diagnosticou na terça-feira o primeiro caso local em seis meses.

Desde o início da pandemia, a Austrália registou cerca de 41 mil casos e menos de mil mortes, tendo vacinado 25 por cento da população com as doses necessárias para completar o esquema de vacinação.

A covid-19 provocou pelo menos 4.381.911 mortes em todo o mundo, entre mais de 208,5 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.601 pessoas e foram registados 1.009.571 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

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