“A recuperação da indústria de viagens e aviação depende da decisão do Governo de levantar restrições que já não são justificadas pelas circunstâncias atuais”, lê-se numa carta de cerca de 30 organizações comerciais, enviada ao coordenador da Casa Branca para a Covid-19, Jeffrey Zients.

Um dos signatários, Airlines for America, um grupo de lobby que representa companhias como a American Airlines, Delta Air Lines e United Airlines, colocou a carta no seu website.

As três empresas advertiram recentemente que a Ómicron, a variante particularmente contagiosa mas aparentemente menos grave da Covid-19, iria atrasar a recuperação em um a dois meses.

“Claramente, a Covid-19 está difundida nos EUA e as tentativas de controlar a sua importação através de viagens aéreas são pouco suscetíveis de fazer a diferença nas circunstâncias atuais”, argumentam os representantes da indústria.

Salientam também que o Reino Unido levantou os testes obrigatórios para os viajantes que entram no país, e que a União Europeia recomendou o fim das restrições na Europa.

“Os inquéritos aos passageiros mostram que os testes prévios à partida são um fator importante na decisão de não viajar internacionalmente. As pessoas simplesmente não querem correr o risco de não poderem regressar aos EUA no final da sua viagem de negócios ou turística. Como resultado, as viagens internacionais em 2021 ficaram 75% abaixo dos níveis de 2019”, acrescentaram.

Após um desastroso 2020 para a indústria aérea no seu conjunto, a American Airlines e a United voltaram a perder dinheiro em 2021, cerca de 2 mil milhões de dólares cada.

Para além da pandemia, as companhias aéreas tiveram de lidar com o aumento dos custos salariais e de combustível.

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