Em entrevista à imprensa, o porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores, Geng Shuang, garantiu que "a China sempre reforçou a cooperação internacional em matéria de prevenção epidemiológica de maneira aberta, transparente e responsável".

Ontem, Merkel pediu ao governo chinês que seja o mais transparente possível sobre a "génese" do novo coronavírus, depois de Pequim ser acusada de ter minimizado os efeitos da pandemia no seu território.

"Quanto mais transparente a China for sobre a génese do vírus, melhor será para todos neste planeta", com o objetivo de "aprender com isso", disse a chanceler alemã numa conferência de imprensa.

Ao ser questionado sobre essas declarações, Geng afirmou que o seu país e a Alemanha mantêm "uma estreita comunicação" para lutarem juntos contra a pandemia.

Em relação à polémica sobre a origem do vírus, que fez as suas primeiras vítimas no final de 2019 em Wuhan (centro da China), Geng reiterou que esta questão é da competência dos investigadores.

A pandemia do novo coronavírus fez mais de 170.000 mortos no mundo, cerca de dois terços deles na Europa, desde o seu surgimento na China em dezembro, aponta o balanço da AFP feito com base em fontes oficiais e divulgado esta terça-feira (21).

Ao todo, foram documentados 170.266 óbitos no mundo (para 2.483.086 de casos de contágio).

Destes, 106.737 mortes foram na Europa (em meio a 1.215.424 de casos), o continente mais afetado. Os Estados Unidos são o país com maior número de mortos até ao momento (42.364), à frente de Itália (24.114), Espanha (21.282), França (20.265) e Reino Unido (16.509).

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