Dos 3.300 testes realizados em todo o território nacional, desde o início de 2014, foram positivos 0,6% e devidamente encaminhados para os cuidados hospitalares.

Esta prática “traduz um ganho indiscutível”, considera a DGS, acrescentando que a colaboração com os Cuidados de Saúde Primários permite identificar precocemente infeções e encaminhar o doente o mais rapidamente possível para tratamento, impedindo a transmissão da infeção na comunidade, e, desta forma, diminuir aparecimento de novos casos de doença.

Os testes rápidos para a deteção de anticorpos do VIH (através da análise de uma gota de sangue) podem ser efetuados nos centros de saúde, nos Centros de Aconselhamento e Deteção Precoce do VIH (CAD) e em organizações de base comunitária ao abrigo de projetos financiados pelo Programa Nacional para a Infeção VIH/SIDA.

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