Segundo os responsáveis pelo centro de investigação, não há risco para o público, apesar de ainda não ter sido determinada a extensão da contaminação, após a falha de segurança no Tulane National Primate Research Center.

A bactéria em questão chama-se "Burkholderia pseudomallei" ou bacilo de Whitmore.

Primariamente encontrado no sudeste asiático e norte da Austrália, o micróbio pode infetar humanos e animais através do contacto com o solo e água contaminados. A bactéria está incluída na categoria de agentes que podem ser utilizados em atos de bioterrorismo.

A fuga terá ocorrido em novembro, ou até antes, no centro, que estava a trabalhar no desenvolvimento de uma vacina contra esta bactéria.

As autoridades dizem que o organismo não foi detetado nas zonas exteriores das instalações do centro, mas que quatro macacos mantidos em celas ao ar livre ficaram doentes e dois foram submetidos a eutanásia, escreve o jornal.

O diretor do local, Andrew Lackner, também afirmou que 39 mostras do solo e 13 mostras de água provenientes dos terrenos do estabelecimento foram analisadas, sem que nenhum vestígio da bactéria tenha sido detectado.

Uma inspetora federal também adoeceu após visitar as instalações, apesar de não ser claro se esta foi exposta ao vírus previamente à visita ao centro, já que viajava com regularidade.

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