“Um edifício que albergava um hospital apoiado pela MSF foi destruído esta segunda-feira num bombardeamento, presumivelmente russo”, disse a organização não-governamental, precisando que a unidade se situa em Hadyie, localidade a sul de Maaret al-Numan, na província de Idleb.

A MSF confirmou num comunicado que um hospital apoiado pela organização na província de Idleb foi “destruído em ataques aéreos” realizados hoje.

A MSF não avançou um balanço de mortos, mas indicou que oito membros do pessoal estavam desaparecidos.

Quatro mísseis atingiram a unidade médica, de 30 camas e 54 profissionais. O hospital tinha dois blocos operatórios, um serviço de consultas externas e um serviço de urgência.

“Este parece um ataque deliberado contra uma unidade de saúde, o que condenamos nos termos mais firmes”, disse Massimiliano Rebaudengo, chefe da missão da MSF na Síria.

“A destruição do hospital deixa a população local, de cerca de 40.000 pessoas, sem acesso a assistência médica numa zona ativa de conflito”, acrescentou, citado no comunicado.

A MSF apoia cerca de 150 hospitais na Síria e esta não é a primeira vez que uma dessas unidades é atacada. A 05 de fevereiro, três pessoas morreram e seis ficaram feridas no ataque a um hospital em Tafas, no sul do país.

O apoio da ong francesa é normalmente prestado através do fornecimento de material médico e de fundos para o funcionamento.

O Observatório, que recolhe informação junto de uma vasta rede de ativistas no terreno, afirma determinar que forças – sírias, russas ou da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos - são responsáveis por um bombardeamento com base no local do ataque, padrões de voo e tipo de avião.

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