No boletim diário, aquela entidade indica que “foi registado no Hospital de Santo Espírito, da Terceira, um óbito de uma mulher com 77 anos, internada desde 07 de março e vacinada com dose de reforço”, residente na freguesia de Porto Judeu, concelho de Angra do Heroísmo.

A Autoridade indica ainda que foram diagnosticados 54 casos de infeção por SARS-CoV-2, que provoca a covid-19, em São Miguel, 17 na Terceira, quatro no Faial, quatro no Pico e dois em São Jorge, resultantes de 297 análises.

Por concelhos, na ilha de São Miguel registaram-se 30 casos em Ponta Delgada, sete no Nordeste, sete na Lagoa, cinco na Ribeira Grande e três em Vila Franca do Campo.

Na Terceira, foram 13 os casos na Praia da Vitória e quatro em Angra do Heroísmo.

No Faial, há quatro, a par de dois na Madalena, um nas Lajes e um em São Roque, na ilha do Pico.

A ilha de São Jorge registou um caso nas Velas e um na Calheta.

Nas últimas 24 horas houve 282 recuperações.

Estão internadas 16 pessoas, sendo oito no Hospital do Divino Espírito Santo, em São Miguel, cinco no Hospital de Santo Espírito, da Terceira, e três no Hospital da Horta, no Faial.

Os Açores registam atualmente 1.679 casos, sendo 818 em São Miguel, 503 na Terceira, 123 no Faial, 113 em São Jorge, 55 no Pico, 38 nas Flores, 20 em Santa Maria e nove na Graciosa.

De 31 de dezembro de 2020 até 10 de março, 213.022 pessoas tinham nos Açores a vacinação primária completa (90,1% da população) e 119.368 tinham já recebido a dose de reforço (50,5%).

A vacinação pediátrica registava 6.679 inoculações referentes à primeira dose, (39,2%) e 1.759 com a vacinação completa (10,3%) de um universo de 17.033 crianças entre os cinco e os 11 anos.

Desde o início da pandemia, os Açores tiveram 65.041 infeções e 62.917 recuperações, a par de 94 mortes.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam os seus dados em relação à pandemia, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da Direção-Geral da Saúde.

Mais de seis milhões de pessoas morreram com covid-19 em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detetada pela primeira vez, em novembro, na África do Sul.

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