Quinta do Côtto Grande Escolha 2017, um clássico duriense

Lançado pela primeira vez em 1980, o Quinta do Côtto Grande Escolha assinalou o início de uma nova era em que a região afirmava o seu potencial para a produção de grandes vinhos “de Quinta”. Mais de quatro décadas desde o primeiro lançamento, o néctar chega de novo ao mercado com o Quinta do Côtto Grande Escolha 2017.

Elaborado a partir de um blend de castas tradicionais da região, com a predominância da Touriga Nacional e Vinhas Velhas, este vinho apresenta as seguintes notas de prova: intensa cor rubi antecipa aromas a fruta madura, com notas de bosque, especiarias e cacau. O estágio de 15 meses em barricas de carvalho francês, confere-lhe complexidade e estrutura, com taninos espessos e uma acidez bem presente a equilibrar todo o conjunto. O final é longo e persistente.

Para encomendas online, a Montez Champalimaud sugere a utilização dos canais digitais das principais garrafeiras do país e da distribuidora Vinicom (neste caso, caixa com três garrafas por 168,00 euros).

Vinhos: quatro durienses que prometem envelhecer bem
créditos: Quinta do Côtto

Três Bagos Grande Escolha e Três Bagos Grande Escolha Estágio Prolongado, dois néctares para guarda

Do Douro, a Lavradores de Feitoria sugere dois néctares, ambos tintos, e criados sob o mesmo princípio, são eles o Três Bagos Grande Escolha e o seu homólogo mais velho, o Três Bagos Grande Escolha Estágio Prolongado.

Criada em 2000, no Douro, a Lavradores de Feitoria (LF) é uma empresa de vinhos com um modelo de negócio singular, ao resultar da união de pequenos produtores, dirigidos por uma única equipa de gestão e enologia. A LF produz vinhos a partir de um património vitivinícola com mais de 600 hectares, distribuídos pelas suas 20 quintas, localizadas ao longo do Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, as três sub-regiões da Região Demarcada do Douro, a mais antiga do Mundo e Património Mundial da Humanidade.

O Três Bagos Grande Escolha tinto reflecte, como o nome indica, uma grande escolha, feita em duas fases: desde logo na vinha e, posteriormente, na adega. Um field blend feito a partir de uma mistura de castas, plantadas em Vinhas Velhas (com uma média de idades acima dos 60 anos) e oriundas de diferentes quintas da Lavradores de Feitoria. Vinificado com pisa a pé nos tradicionais lagares de pedra, segue depois para estágio em barricas, sendo seleccionadas as mais equilibradas, na base da criação de um lote sublime, com capacidade de guarda. Pronto a beber aquando do seu lançamento é um vinho com enorme potencial de evolução em garrafa.

Vinhos: quatro durienses que prometem envelhecer bem
créditos: Lavradores de Feitoria

A Lavradores de Feitoria decide preservar algumas garrafas de Três Bagos Grande Escolha, proporcionando-lhes as condições ideais para a sua correcta evolução, com Estágio Prolongado na sua cave de envelhecimento. Anos mais tarde, é lançado para o mercado como Três Bagos Grande Escolha Estágio Prolongado. É caso para dizer que é um tinto “envelhecido, mas sem rugas”, onde é possível perceber-se a sua frescura, enorme complexidade e potencial de guarda.

Atualmente no mercado, estão Três Bagos Grande Escolha tinto 2015, em garrafa individual (35,00 euros) ou numa caixa de três garrafas (112,50 euros), e o Três Bagos Grande Escolha Estágio Prolongado (65,00 euros), uma década de vinho do icónico ano de 2011.

Estes vinhos estão disponíveis para compra em restaurantes com serviço de home delivery, garrafeiras e lojas da especialidade com vendas online, ou através do site da Vinicom, a distribuidora nacional dos vinhos da Lavradores de Feitoria.

Quinta da Pacheca apresenta o seu primeiro monocasta de Touriga Francesa

A Quinta da Pacheca reforçou o seu portefólio com um vinho 100% Touriga Francesa: o Pacheca Grande Reserva Touriga Francesa 2018. Este é um vinho que nasce do trabalho da equipa de enologia da Quinta da Pacheca, liderada por Maria Serpa Pimentel, que decidiu explorar todas as capacidades da casta Touriga Francesa, aquela que muitos consideram ser a grande casta do Douro. Deste trabalho nasceu um vinho que apresenta aroma intenso e complexo, bem casado com os aromas de fruta preta, como mirtilo e amora, apresentando ainda notas do estágio em barricas de 300 litros de carvalho francês, que lhe dão um carácter elegante.

Tendo fermentado nos tradicionais tanques de pedra granítica da adega da Quinta da Pacheca, segundo as notas de prova da enóloga “na boca apresenta-se denso, intenso, com uma acidez importante que lhe confere frescura, e que antevê um futuro longo”. Em termos de harmonização, o Pacheca Grande Reserva Touriga Francesa 2018 casa com pratos de carnes vermelhas assadas ou grelhadas e bifes. Também os pratos de caça e à base de cogumelos, como porchini e shitake, encontram neste néctar a parelha perfeita.

As uvas deste Pacheca Grande Reserva Touriga Francesa 2018 provêm de uma parcela de vinha com cerca de 25 anos de idade instalada a cem metros de altitude, tendo o vinho estagiado por um período de 18 meses em barricas de carvalho francês.

Resta referir que este vinho está à venda na loja online do produtor, e tem um preço recomendado de 29,00 euros.

Vinhos: quatro durienses que prometem envelhecer bem
créditos: Quinta da Pacheca

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