Notícias no mundo da moda. À semelhança da concorrente Chanel, também a Gucci tomou a iniciativa de criar um cargo de chefia a nível mundial, no âmbito da diversidade, igualdade e inclusão, o qual foi concedido à norte-americana Renée Tirado.

Este é um importante passo para a marca de luxo no âmbito do seu compromisso em aumentar a diversidade e inclusão no que diz respeito aos seus serviços, tendo em conta a atualidade.

Consta que este é um objetivo traçado pela Gucci de forma bastante séria, uma vez que no início do ano anunciou que iria investir cerca de 10 milhões de dólares (nove milhões de euros, aproximadamente) em iniciativas em prol da diversidade e em transformações na génese da empresa.

Num comunicado, a marca explicou que Renée Tirado "vai conceber, desenvolver e implementar uma estratégia mundial para promover a inclusão e a igualdade na empresa, aumentando a diversidade da sua força de trabalho, numa estreita conexão com as iniciativas da Gucci”.

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Importa recordar que no início deste ano, a marca enfrentou uma polémica nas redes sociais por causa de uma camisola preta que se prolongava até à boca, através de uma gola, que foi considerada ofensiva por muitas pessoas. Na altura, a Gucci fez um pedido de desculpas e retirou de imediato o produto de vendas.

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