As coisas não têm sido fáceis para o diretor criativo Olivier Lapidus. O seu começo na Lanvin tem sido algo irregular senão vejamos, a sua primeira coleção na temporada passada foi orientada em 40 dias e agora, em menos de uma semana, sai o anúncio oficial que o grupo chinês Fosun International comprou uma participação maioritária da marca francesa que, diga-se, tem passado dificuldades financeiras.

Face às circunstâncias, o diretor criativo conseguiu uma coleção coerente e um reflexo mais fiel da sua personalidade e interesses, que se inclinam muito para a tecnologia, conforme argumentou "Esta marca representa qualidade num mundo que cada vez mais liga à internet com moda descartável". A escolha de imagens digitais de luzes LED inspirou a palete de cores, que variou entre o monocromático preto para o degradê em casacos acetinados e vestidos de noite estruturados, leves e brilhantes em neoprene de seda. Evocou, para além das cores ousadas, o sex appeal das passarelles de Paris na década de 80: calças de cintura subida em cinza e em azul cobalto, malhas cor de laranja mais escuro com blazers à medida, saias de couro preto, tops de organza, calças estribo, saias lápis cor de laranja, calças de flanela, entre outros. Nos acessórios destacaram-se algumas bolsas, especialmente as de correia com suporte para o telefone e as botas de couro.

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